Eu queria ser um robô

Publicado por Pedro Mazine em 03/07/2020
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A vida seria melhor se fossemos Robôs, será?

Robôs apenas executam tarefas, não tem sentimentos, não se emocionam e por esta razão, não sofrem. Não choram, nem se preocupam com o amanhã, não envelhecem, nem sentem dores. Se ficarem, esquecidos, num canto, não se importam, simplesmente aguardam passivamente que lhe deem uma tarefa. Não sentem medo, não se angustiam, não correm risco de desenvolver uma doença física ou psicológica, uma dor, depressão, nem tão pouco desenvolvem ansiedade, nem estresse, não questionam sua existência e, por isso mesmo, não se dão ao trabalho de procurarem respostas para conflitos existenciais.

Simplesmente executam suas tarefas…

Experimentam apenas o agora, pois o passado se resume em “arquivos” e o futuro é apenas uma programação de algo que precisa ser executado em tempo oportuno.

Podem ser ligados e desligados. E por não terem “vida” própria, dependem da vontade do seu programador. O que de certa forma parece ser bom, pois assim não assumem responsabilidades. Robôs não têm que se preocupar caso executem uma tarefa que possa prejudicar alguém, ou outra máquina (?). Se prejudicarem alguém, foi por culpa do programador ou do programa que foi instalado.

Que “vida” boa!

“Vivem” a mercê, pura e simplesmente, da intenção ou desejo do seu programador.

Pode ser que existam no mundo pessoas afirmando que ser um Robô tem muitas vantagens. Mas se esquecem que os Robôs são privados da habilidade de criar suas próprias “possibilidades” e desenvolver sua PRÓPRIA VIDA.

É bem verdade que por sermos Seres Humanos, somos passíveis de erros, falhas, e muitas vezes vivemos o risco de criar e viver momentos de dor, mas, ocorre que estes são exatamente os momentos que nos ensinam a fazer correções para viver melhor.

Como Seres Humanos temos a oportunidade de executar “programas” que somente os seres humanos podem executar, como: aprender, amar, perdoar, conviver, compartilhar, rir, chorar, perder e aprender jogar para, de vez em quando ganhar; lutar, vencer, superar, ter objetivos, saber esperar, conquistar, ceder, e principalmente, AJUDAR, ser solidário. Ser Humano.

Aqueles que não conseguem entender esta dimensão, própria dos Seres Humanos, vivem como pseudos Robôs que acumulam em seus “HD’s”: medos, angustias, incertezas, questionamentos intermináveis…

E chegam ao ponto de pensar na possibilidade de “desligar” seu programa chamado VIDA, lamentavelmente alguns conseguem.

Também temos um Programador, que nos dotou de uma “Plataforma única”, chamada “vida própria”. Ninguém, a não ser a própria pessoa tem a senha para poder tomar decisões. Podemos ser influenciados e compartilhar nossas senhas, e assim, permitimos que outros seres humanos decidam por nós. Neste caso jamais culpe quem tomou decisões por você, caso sua vida não lhe satisfaça.

Mas também somos dotados de um programa único e maravilhoso chamado “livre-arbítrio”, muitas vezes desligado pelo próprio usuário, por comodidade, ou por entender que este programa gera inúmeras situações desconfortáveis, que por sua vez geram desacordos, conflitos que precisam ser resolvidos.

Enfim, ser um Ser Humano, dá trabalho, dá prazer, algumas vezes gera dores enormes. Mas eu prefiro, e até aconselho, pois acredito que “vale a pena” correr o risco.

Viva, enfrente seus medos, supere seus desafios, e ajude outros Seres Humanos que na caminhada pela conquista da Paz criaram conflitos e desconfortos, ou se deixaram contaminar por alguns outros Seres Humanos com HD´s lotados de “arquivos” com erros, com vírus e que precisam da sua ajuda para correções.

Viva, seja Feliz e faça outros Seres Humanos serem e viverem tão felizes quanto você.

E sempre que preciso, peça ajuda, pois sempre haverá um outro Ser Humano capaz e disposto a lhe ajudar a reprogramar alguns detalhes nesta sua programação maravilhosa chamada VIDA.

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